O dia 19 trouxe, como se espera, um novo tema a ser abordado: o dialogismo, dando certa continuidade ao interacionismos da aula anteiror. Após conceituá-lo, realizaram-se análises acerca da explicitação (ou não) dialógica em alguns eventos interativos. Posteriormente, foi passado um questionário acerca do tema. O fato curioso, no entanto, fica para a duração da aula (apenas duas horas) e para o professor de inglês Fábio Braga resolver aparecer, trazendo seu tratado de pronúncia de inglês.
Em 24 de março, tudo também foi muito rápido. Após a leitura, em casa, de Oralidade e Letramento, primeiro capítulo de Da fala para a escrita, de Marcuschi, resumiu-se o texto, que foi entregue ao professor Xavier, justamente, nesse dia. Depois dos resumos, formaram-se duplas, que partiram para a resolução das questões deixadas na aula anterior. Com a disposição curta quase unânime percebida pelo professor, a aula teve seu término antecipado.
sexta-feira, 27 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita.
Oralidade e letramento, capítulo I da obra, traz, justamente, abordagens acerca dessas duas práticas, além de análises comparativas entre as modalidades (fala e a escrita). De início, é fundamental conceber a impossibilidade de distingui-las, caso não se considere as aplicações concretas dos objetos de estudo, além de aceitar o uso delas como a fôrma das regras, e não o inverso. Análises recentes derrubam, porém, a antiga idéia de oposição, passando a considerá-las como tecnologias complementares fundamentais à sobrevivência, sem aceitar a superposição de uma em detrimento da outra. Apesar da escrita, em determinadas situações, indicar certo status, nem sempre significa desenvolvimento, muito menos superioridade. Ambas possibilitam criar textos coerentes e coesos. Segundo Marcuschi, é importante, também, diferenciar letramento (uso utilitário da escrita, sem a necessidade do conhecimento amplo), alfabetização (aprendizado mediante ensino, que pode, inclusive, ser usado pelo Estado para facilitar o cumprimento de seus objetivos) e escolarização (prática formal e institucional). Por fim, são expostas algumas perspectivas antagônicas (dicotômica, fenomenológica e variacionista), explicitando a imprecisão das conclusões sobre o assunto.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Resumo de aula
Na aula do dia 12 de março, foi, basicamente, trabalhado, em sala de aula, o questionário acerca da retórica. Conforme lemos no texto de Proulx, a retórica surgira ainda na antiguidade, já como importante artifício nas sociedades ocidentais. Apesar de ser sido combatida por alguns filósofos (Sócrates e Platão), ela manteve sua força e ainda hoje é um importante instrumento na interação e relacionamento social. O fato mais curioso, no entanto, foi, sem dúvida, a questão da dominação (ou não-dominação) cultural estadunidense amplamente debatida por todos, já no final da aula.
O dia 17 teve como cerne a interação. Como de praxe, foi sugerido um texto preparatório para aula, dessa vez de autoria do próprio professor: o capítulo seis de A linguagem do rádio. Assistimos, também, a um vídeo bem curto e analisamos os elementos interacionais nele (basicamente, as respostas prévias de todas as possíveis perguntas do ouvinte inferidas pelo radialista). No mais, foram expostos alguns conceitos e estudos pelo Prof. Xavier. Nada muito interativo. Quer dizer, nada muito explicitamente interativo.
O dia 17 teve como cerne a interação. Como de praxe, foi sugerido um texto preparatório para aula, dessa vez de autoria do próprio professor: o capítulo seis de A linguagem do rádio. Assistimos, também, a um vídeo bem curto e analisamos os elementos interacionais nele (basicamente, as respostas prévias de todas as possíveis perguntas do ouvinte inferidas pelo radialista). No mais, foram expostos alguns conceitos e estudos pelo Prof. Xavier. Nada muito interativo. Quer dizer, nada muito explicitamente interativo.
quarta-feira, 11 de março de 2009
No dia 05 de março, após o estudo do primeiro capítulo de Análise de textos de comunicação foram debatidas, em sala, as visões acerca do contexto. Posteriormente, foram trabalhados conceitos de enunciado, enunciação e discurso, consolidados em quatro questões propostas pelo professor. Foi pedida, também, a leitura de O poder da retórica, da obra Sociologia da Comunicação, de Proulx. No dia 10, após correção do questionário da aula anterior, inclusive com direito à análise de textos de Fernando Rodrigues e de Mauro Santayana, discussões sobre retórica vieram à tona. Por fim, Prof. Xavier passou seis novos questionamentos para serem respondidos na aula do dia 12.
terça-feira, 10 de março de 2009
Resumo acerca da retórica
PROULX, Philippe Breton Serge. Sociologia da Comunicação.
O primeiro capítulo da obra de Proulx é intitulado O poder da retórica e é, obviamente, esse recurso lingüístico o grande alvo de análise do autor. A retórica está diretamente associada à capacidade de convencimento, sem utilização de qualquer outro meio, senão a palavra. Ela tem sua origem atrelada aos gregos, pois foram os primeiros a fazerem uso político e jurídico dela, para defender seus bens e suas posições. As primeiras técnicas também foram desenvolvidas por eles, embrionariamente, com Corax e, depois, através dos sofistas (que defendiam a não-existência de verdades absolutas, mas sim de pontos de vista ou opiniões relativas). Contrapondo-se a eles, Sócrates e seu discípulo Platão condenaram as práticas discursivas que não tivessem a verdade de alicerce principal. Aristóteles, posteriormente, reafirmaria a importância da retórica, sem, porém, apoiar os sofistas. Foi, contudo, em Roma que a retórica encontrou totais condições de desenvolver-se ao máximo, pois a oratória era indispensável, tanto na república quanto no império. A comunicação era uma necessidade cotidiana, a ponto de o romano ter de saber o nome de todos com quem encontrava. É justamente por Roma buscar organizar a oratória, que a retórica se fortalece e avança na história.
Palavras-chaves: Retórica, Grécia, Roma.
O primeiro capítulo da obra de Proulx é intitulado O poder da retórica e é, obviamente, esse recurso lingüístico o grande alvo de análise do autor. A retórica está diretamente associada à capacidade de convencimento, sem utilização de qualquer outro meio, senão a palavra. Ela tem sua origem atrelada aos gregos, pois foram os primeiros a fazerem uso político e jurídico dela, para defender seus bens e suas posições. As primeiras técnicas também foram desenvolvidas por eles, embrionariamente, com Corax e, depois, através dos sofistas (que defendiam a não-existência de verdades absolutas, mas sim de pontos de vista ou opiniões relativas). Contrapondo-se a eles, Sócrates e seu discípulo Platão condenaram as práticas discursivas que não tivessem a verdade de alicerce principal. Aristóteles, posteriormente, reafirmaria a importância da retórica, sem, porém, apoiar os sofistas. Foi, contudo, em Roma que a retórica encontrou totais condições de desenvolver-se ao máximo, pois a oratória era indispensável, tanto na república quanto no império. A comunicação era uma necessidade cotidiana, a ponto de o romano ter de saber o nome de todos com quem encontrava. É justamente por Roma buscar organizar a oratória, que a retórica se fortalece e avança na história.
Palavras-chaves: Retórica, Grécia, Roma.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Resumo de aula
Na aula do dia 26 de fevereiro, foram trabalhadas, principalmente, as idéias de linguagem e de comunicação (tornar comum). Inclusive, em meio à discussão, levantaram-se os seguintes questionamentos: "A capacidade de comunicar-se, do ser humano, é adquirida ou já existe desde o nascimento?" e "Quando decodificamos uma mensagem, seja ela falada ou escrita, pensamos primeiro na 'palavra' ou, imediatamente, no que ela representa?". Além disso, foram vistos conceitos de língua, sentido e sujeito.
Já em 03 de março, apois leitura e resumo do primeiro capítulo de uma obra indicada pelo professor, debateu-se bastante acerca dos diferentes tipos de sujeito (psicológico, assujeitado e psicossocial), fomos submetidos a uma reflexão para encontrar em qual tipo de sujeito estamos, predominantemente, enquadrados e, por fim, respondemos a um questionário, deixado na aula do dia 26.
Já em 03 de março, apois leitura e resumo do primeiro capítulo de uma obra indicada pelo professor, debateu-se bastante acerca dos diferentes tipos de sujeito (psicológico, assujeitado e psicossocial), fomos submetidos a uma reflexão para encontrar em qual tipo de sujeito estamos, predominantemente, enquadrados e, por fim, respondemos a um questionário, deixado na aula do dia 26.
terça-feira, 3 de março de 2009
Resumo de "Concepções de língua, sujeito, texto e sentido"
A primeira parte traz a abordagem de quatro aspectos componentes dos pilares do estudo da linguagem: língua; sujeito; texto e sentido. Os três primeiros itens possuem concepções dependentes entre si. Quando a língua é a representação do pensamento, o sujeito, consciente de suas ações, dentro de um contexto histórico-social, deseja a recepção da mensagem exatamente como foi concebida, é o chamado sujeito psicológico. O texto, então, é um trabalho provido de lógica a ser entendido pelo leitor. Já a língua como estrutura e o texto como mero resultado do código, implicam em um sujeito desvinculado de qualquer contextualização, tornando o falante reprodutor da mensagem – que, talvez, desconheça - de outros. Esse sujeito inconsciente recebe a denominação de determinado. Ainda há uma terceira relação, na qual a língua é interacional e o sujeito visto como entidade psicossocial. Nesse caso, admiti-se que o social é produzido através de atos dele e a linguagem assume caráter ativo, com o texto constituindo o lugar de interação. São expostas, finalmente, definições de modelos complementares de sentido: criptológico (objetivo); pragmático (considera a intenção do autor); superpragmático (leva em conta o contexto) e hermenêntico (interpretativo).
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