terça-feira, 3 de março de 2009

Resumo de "Concepções de língua, sujeito, texto e sentido"

A primeira parte traz a abordagem de quatro aspectos componentes dos pilares do estudo da linguagem: língua; sujeito; texto e sentido. Os três primeiros itens possuem concepções dependentes entre si. Quando a língua é a representação do pensamento, o sujeito, consciente de suas ações, dentro de um contexto histórico-social, deseja a recepção da mensagem exatamente como foi concebida, é o chamado sujeito psicológico. O texto, então, é um trabalho provido de lógica a ser entendido pelo leitor. Já a língua como estrutura e o texto como mero resultado do código, implicam em um sujeito desvinculado de qualquer contextualização, tornando o falante reprodutor da mensagem – que, talvez, desconheça - de outros. Esse sujeito inconsciente recebe a denominação de determinado. Ainda há uma terceira relação, na qual a língua é interacional e o sujeito visto como entidade psicossocial. Nesse caso, admiti-se que o social é produzido através de atos dele e a linguagem assume caráter ativo, com o texto constituindo o lugar de interação. São expostas, finalmente, definições de modelos complementares de sentido: criptológico (objetivo); pragmático (considera a intenção do autor); superpragmático (leva em conta o contexto) e hermenêntico (interpretativo).

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